Grêmio “rouba” espírito argentino, cala 60 mil e leva vitória sobre River para história

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Um desavisado a olhar o jogo em um par de minutos poderia pensar que o Grêmio era o time argentino. Não por qualquer tipo de desejo ou identificação, mas pelo simples fato de reproduzir dentro do campo do Monumental de Núñez todas características geralmente mostradas pelos grandes clubes do país vizinho em duelos de Libertadores, como esta semifinal vencida por 1 a 0 diante de 60 mil torcedores do River Plate.

Conduzido por Renato, o Tricolor cozinhou o jogo com uma estratégia diferente, abdicou do seu estilo e deixou mais uma marca histórica na era vencedora atual. O adversário não era derrotado dentro de casa desde 26 de novembro de 2017. Fazia tanto tempo que ninguém lembrava a data de cabeça. Antes da entrevista coletiva, perguntava-se aos funcionários do clube argentino e também jornalistas quando havia sido o tropeço. A resposta era uma interrogação.

Portanto, faz quase um ano a derrota para o Newell’s por 3 a 1. Mas o Grêmio não sentiu-se intimidado. Dentro da nova expressão da moda, “sofreu o jogo”. Mesmo habituado a manter a bola e trocar passes, foi um time dedicado a marcar e evitar as principais jogadas do River.

Parou os lados do campo, fechou a frente da área e contou com Geromel e Kannemann em noite de nível elevado. O River só assustou com chutes de fora da área, todos defendidos por Marcelo Grohe. (Fonte: G1)

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